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Chuva e operação aérea extinguem incêndio no Morro de Santo Antônio em Mato Grosso

Corpo de Bombeiros declara extinção de incêndio florestal após dois dias de intenso combate com apoio aéreo.

Chuva e operação aérea extinguem incêndio no Morro de Santo Antônio em Mato Grosso

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) oficializou a extinção do incêndio florestal que consumiu vegetação no Morro de Santo Antônio, localizado em Santo Antônio de Leverger, na tarde de quarta-feira (2 de setembro). As operações de combate duraram quase dois dias, com as chamas sendo controladas na tarde do dia anterior, embora as equipes tenham permanecido no local para vigilância e prevenção de novos focos.

A operação contou com mobilização expressiva de recursos, incluindo equipes em terra e três aeronaves que trabalharam em conjunto para frear o avanço das chamas. Durante o combate, foram executados 28 lançamentos de água, somando aproximadamente 85 mil litros despendidos na contenção do sinistro.

As precipitações que caíram sobre a região desempenharam papel relevante no controle das chamas, reduzindo a intensidade do fogo. Mesmo assim, a situação demandava vigilância contínua, uma vez que permanecia o risco de reignição em pontos da área afetada. Por esse motivo, os bombeiros retornaram no quarto dia para varredura completa, inspecionando minuciosamente toda a região em busca de possíveis focos remanescentes.

Somente após confirmação técnica da ausência total de focos de calor e verificação de que não havia sinais de retomada do incêndio, a situação foi oficialmente encerrada.

Cronologia da operação de combate

O incêndio foi detectado na tarde de segunda-feira (31 de agosto), quando sistemas de monitoramento por satélite identificaram anomalias térmicas na região do Morro de Santo Antônio. O primeiro combate partiu de equipes terrestres posicionadas estrategicamente na área.

No dia seguinte, a operação ganhou reforço significativo com a incorporação de três aeronaves pertencentes ao Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM) e da estrutura de Defesa Civil Estadual, ampliando a capacidade de resposta.

Cinco destacamentos foram distribuídos em pontos críticos da área, todos sob coordenação do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), que manteve monitoramento ininterrupto e definia as estratégias operacionais. A gerência da unidade de conservação onde se situa o morro acompanhou todas as ações de perto. Felizmente, nenhuma pessoa ficou ferida durante os trabalhos.

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