Gabriel Novis Neves
Já escrevi sobre a dificuldade de se conseguir marcar horário para uma consulta médica.
Retorno ao assunto, que tem piorado.
A marcação de uma consulta particular é difícil.
Se o paciente tem Plano de Saúde, o prazo de espera chega há meses e o retorno com os exames também é demorado.
Quando o paciente não tem dinheiro para pagar uma consulta e exames complementares, a solução seria procurar o SUS.
Na teoria o SUS é fantástico.
Consultas de rotina e prevenção são destinadas aos Postos de Saúde.
Casos mais complexos são encaminhados às Unidades de Pronto Atendimento — UPAS.
As urgências e emergências ficam por conta do Hospital e Pronto Socorro de Cuiabá.
Em seu apoio temos o Hospital Universitário Júlio Muller, Hospital Regional, Hospital Universitário da UNIC, Hospitais filantrópicos.
Trabalho com gente humilde e sei como é difícil ter um bom atendimento médico.
Casos cirúrgicos, como trepanação da mastoide, cirurgia cardíaca, oftálmica e outras, só com a determinação da Defensoria Pública.
Os medicamentos para a população pobre, mesmo os essenciais inexistem.
Os de alto custo só com ordem judicial.
Há três meses acompanho o caso de um trabalhador aposentado pelo INPS, de 75 anos, com mastoidite purulenta, com indicação cirúrgica.
O hospital universitário possui pessoal especializado para atendê-lo, porém faltam insumos para o procedimento.
Enquanto espera orçamentos de especialistas para a Defensoria Pública determinar a cirurgia, o trabalhador faz vaquinha para a compra de antibióticos.
É desumano o que acontece na nossa saúde pública.
E ainda tem gente que assiste ao ‘Programa Gratuito Eleitoral’, para saber em quem votar!
Enquanto existir servidores com salários superiores a cem mil reais por mês, é melhor dormir no período eleitoral.
Fonte:BARDOBRUGRE
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