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Juiz pede que um dos megatraficantes mais procurados do país seja incorporado na lista vermelha da Interpol

Juiz pede que um dos megatraficantes mais procurados do país seja incorporado na lista vermelha da Interpol

O juiz João Filho de Almeida Portela, da 7ª Vara Criminal, negou reconhecer a prescrição e requisitou à Superintendência Regional da Polícia Federal a inclusão e manutenção do mandado de prisão de Adalberto Pagliuca Neto, 69 anos, na lista vermelha da Interpol (Red Notice). Decisão é desta segunda-feira (22).

Pagliuca, considerado um dos megatraficantes mais procurados do Brasil, foi condenado em 2011 pelo Tribunal de Justiça (TJMT) a 11 anos de prisão, pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico.

A red notice da Interpol visa a captura internacional de procurados. Uma vez emitida pela Organização de Polícia Internacional (Interpol), possibilita a divulgação, entre os estados membros, da existência de mandados de prisão pendentes de cumprimento, culminando com a detenção e extradição do indivíduo.

Foi o que fez o magistrado Portela: requisitou a inclusão de Pagliuca na lista vermelha e, nesta terça-feira (23), houve o certificado do cumprimento da ordem do magistrado, no tocante à expedição do mandado de prisão a nível internacional contra o foragido.

No ano passado, Adalberto Pagliuca foi listado pelo governo do presidente Lula (PT) como um dos criminosos mais procurados do país. A relação foi divulgada em dezembro de 2023.

Adalberto e sua família foram presos na Operação Maryah, deflagrada pela Polícia Federal em novembro de 2011, em Cáceres (225 km de Cuiabá). A ação tinha como objetivo combater o tráfico interestadual de drogas em 11 estados brasileiros.

Adalberto, então, foi condenado pelo Tribunal de Justiça (TJMT) bem como outros seis membros de sua família. No ano seguinte, em 2012 o grupo foi colocado em liberdade. A decisão foi desembargador Manoel Ornellas.

Duas semanas depois, contudo, a Justiça revogou a liberdade dos envolvidos e determinou que eles retornassem à prisão. Apenas duas pessoas foram detidas novamente. Os demais continuam foragidos, incluindo Adalberto.

Fonte: olhardireto.com.br

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