C&acir..."> C&acir..." />
@crsf

Líder do PL não aceita anistia sem Bolsonaro articulada por Alcolumbre

Deputado Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara, cobra uma anistia ampla, que beneficie condenados pelo 8/1 e também Bolsonaro

Líder do PL não aceita anistia sem Bolsonaro articulada por Alcolumbre

O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), disse nesta quinta-feira (4/9) que rejeita um texto alternativo para a anistia aos envolvidos nos atos do 8 de Janeiro e que não inclua o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que ainda está sendo julgado no Supremo Tribunal Federal (STF). Sóstenes rechaçou a articulação que tem sido feita pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), por uma anistia que não encontre resistência na Corte e acabe sendo considerada inconstitucional.

 

“O presidente do Senado, a atribuição dele é pautar, não é discutir texto”, afirmou Sóstenes. “Quando nós votarmos na Câmara, o texto irá para lá. É papel de todo o Senado, não só na figura do presidente, discutir se vai manter o texto da Câmara, se vai ter alterações. Se tiver alterações, volta para a Casa originária, que é a Câmara”, seguiu o líder do PL, que vai se reunir ainda nesta quinta com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para tentar alinhar a votação do projeto que já tramita na Câmara.

 

Para Sóstenes, é preciso incluir no projeto todos os envolvidos na suposta tentativa de golpe de Estado em 2022, não apenas os condenados pelos atos de 8 de Janeiro. “A partir do momento em que também já há transitado em julgado do presidente Bolsonaro, não existe texto alternativo. […] Não dá para desassociar uma coisa de outra só para suspender alguns crimes. Isso, para nós, não atende a demanda. O que resta ao Congresso Nacional, como preconiza a Constituição, é votar a anistia”.

 

A oposição luta para que o projeto da anistia seja pautado logo após o julgamento de Bolsonaro. Conforme o Metrópoles mostrou, o texto que viria do Senado ainda está em construção e ainda não tem data para ser apresentado. A discussão sobre uma proposta alternativa circula desde abril.

 

Na proposta discutida no primeiro semestre, havia a possibilidade de redução da pena de reclusão para condenados por envolvimento de menor importância, com o objetivo de focar maiores penas para os articuladores da trama golpista.

 

Dessa forma, seria atendido o pedido da oposição para livrar cidadãos comuns de penas consideradas abusivas, mas sem a possibilidade de blindar personagens que teriam tido maior responsabilidade, como Bolsonaro.

 

O texto previa ainda que, nos casos em que os crimes de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito forem cometidos de forma concomitante, o primeiro absorve o segundo, para que haja a condenação por apenas um dos crimes.

 

Atualmente, a pena prevista para tentativa de golpe de Estado é de quatro a 12 anos de prisão. Já para abolição do Estado Democrático de Direito, de 4 a 8 anos.

 

 

 

 metropole.com

Faça um comentário // Expresse sua opinião...

Veja os últimos Comentários

Veja também

Governador autoriza concurso com 80 vagas para professor na Unemat

Governador autoriza concurso com 80 vagas para pro...

O governador Mauro Mendes autorizou a realização de concurso público na Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), voltad...

Mato Grosso tem dois destinos entre os mais procurados para viajar no Brasil em 2026

Mato Grosso tem dois destinos entre os mais procur...

Dois destinos de Mato Grosso,  Cuiabá e Chapada dos Guimarães, integram a lista dos 50 destinos mais procurados para viajar no B...

Saiba como o Irã está se preparando para um possível ataque dos EUA

Saiba como o Irã está se preparando para um possív...

Enquanto os Estados Unidos continuam um significativo reforço militar no Oriente Médio, o Irã tomou medidas para sinalizar sua...