Dono da Guaxe teria pago vantagem indevida ao Alto Taquari, Mauri Garbúgio, para ter obras na cidade
O desembargador da Segunda Câmara de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça (TJMT), Mário Kono de Oliveira, manteve a indisponibilidade de R$ 50 mil do empresário Márcio Aguiar da Silva, dono da Guaxe (antiga Encomind). Ele responde a um processo pelo pagamento de propina ao ex-prefeito de Alto Taquari (483 Km de Cuiabá), Mauri Garbúgio, para sair vencedor de uma licitação para asfaltar as ruas do município.
A decisão monocrática do desembargador foi publicada desta segunda-feira (21). O empresário já teve um pedido idêntico negado anteriormente no Poder Judiciário Estadual.
Em decisão que também já foi proferida na ação, houve a “troca” da indisponibilidade de imóveis que pertencem ao empresário, decretada inicialmente, pelo valor de R$ 50 mil.
Nos autos, Márcio Aguiar da Silva pede o desbloqueio de todos os bens (imóveis e R$ 50 mil), tendo em vista que, mesmo com a decisão determinando o fim da restrição sobre as propriedades, ela ainda não teria sido cumprida.
“O pedido de indisponibilidade de bens apenas será deferido mediante a demonstração de perigo de dano irreparável ou de risco ao resultado útil do processo, desde que o juiz se convença da probabilidade da ocorrência dos atos descritos na petição inicial”, diz a defesa do empresário.
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